PASÁRGADA ENFRENTA POSSÍVEL GOLPE DE ESTADO
Leandro Pereira, Ministro da Defesa da Comunidade Livre de Pasárgada decretou “alerta preto” no país, que significa uma falha na defesa em identificar golpe de Estado ou ação terrorista em andamento.
O alerta foi dado porque Yuri Ghenov, ex-Chanceler pasárgado recém destituído do cargo, excluiu todos os demais moderadores e residentes da lista do Cantão de Inverness com o intuito de transformá-la em patrimônio particular. Através de diversas mensagens endereçadas ao Parlamento e à sociedade Pasárgada, ainda quando mantinha a qualidade de Administrador Cantonal de Inverness, Yuri se mostrou contrário a proposta em curso no Parlamento para extinção do referido Cantão e sua substituição por novo, no caso, o Cantão de Sloborskaia.
Após aprovação pelo Parlamento Pasárgado e publicação da extinção do Cantão de Inverness, Yuri Ghenov excluiu os moradores e administradores da lista e declarou publicamente que a mesma havia se tornado um museu particular. A atitude do ex-chanceler foi caracterizada pelo jurisconsulto Felipe Sales como “contestação a ordem territorial vigente, tomando, à força, por privilégio que possuía enquanto administrador, um meio de comunicação oficial da Comunidade Livre de
Pasárgada, lhe retirando sua localização original, excluindo todos os pasárgados ali inscritos e tomando toda a lista de mensagens para si”.
Sales encaminhou denúncia de Rebelião ao Primeiro-Torgado, Leonardo Fernandes, que preside o Conselho de Torgados, tribunal pasárgado. Fernandes determinou a imediata retirada da propriedade/moderação de todas as listas públicas da qual o réu detenha a propriedade e a transferência de qualquer lista em seu nome para o Ministério de Estado.






O debate que culminou nas mensagens ofensivas teve inicio quando o Príncipe de Monte Real nomeou João Pedro Amorim para o cargo de Primeiro-Ministro Habsburgo, cidadão do Reino de Habsburg. Jean se colocou contra a nomeação de cidadãos estrangeiros para altos cargos em reinos confederados. Com a maioria dos futuros cidadãos pacifienses favoráveis ao trabalho livre entre os Estados-Membros, Jean Valois não obteve apoio geral e passou a responder as mensagens ironias dirigidas a ele com palavrões.
